Categoria: Indústria de Games

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Xbox One modular! Já vi esse filme ou vai ter plot twist?

Tive a sorte de ter tido um pai que sempre foi aficionado por tecnologia. Desde cedo fui apresentado a computadores, programação e interfaces pretas que hoje só são utilizadas por quem utiliza Linux (eu sei). Mais do que isso, meu velho era um apaixonado por videogames e, graças a esse gosto, tive a oportunidade de jogar em quase todas as plataformas dos primórdios videogamístico. Um dos consoles que mais joguei e gostava foi o Mega Drive, onde gastava horas jogando coisas como Moonwalker, World Cup Italia 90′ e Super Volleyball. Nem vou citar Sonic porque é óbvio. Lembro como se...

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O curioso caso do preço dos jogos físicos e digitais

Existe um senso comum no meio do entretenimento de que qualquer conteúdo entregue digitalmente deveria ser infinitamente mais barato do que o entregue por meio físico. Essa opinião se perpetua especialmente na indústria de games onde, já a duas gerações, vem se discutindo a substituição definitiva das caixinhas por distribuição exclusivamente digital. Muitos são os argumentos de que isso não é verdade, já que apesar de cortados os custos com fabricação da mídia, estoque e logística de distribuição, aumentariam os custos de armazenamento de conteúdo online, custos com energia e aquisição de servidores. Porém, como bem sabemos, espaço para armazenamento já virou commodity e...

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O produto é nosso mas quem ganha é você?

Acho marketing uma área espetacular. As pessoas que trabalham para induzir um potencial consumidor a comprar seu produto, em geral, precisam ter ideais diferentes e soluções criativas para as mais diversas situações e produtos a serem vendidos. Aprecio quando empresas atraem o público com uma propaganda inteligente, uma ação inovadora ou uma promessa de mudar a vida do consumidor. Essa área eventualmente cria peças extremamente eficientes, como o slogan “O aniversário é nosso mas quem ganha é você!”, que já é um clichê de qualquer campanha relacionada ao aniversário de uma marca mas ainda funciona que é uma beleza. Essa filosofia,...

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Sony does what Microsoft don’t. Só que não.

Na longínqua década de 90, a batalha de consoles vivia seu auge nos 16 bits com uma briga direta pelo amor dos jogadores. De um lado, a Sega tentava consolidar suas franquias e dar uma cara ao seu Mega Drive; do outro a Nintendo, com toda a bagagem do Nintendinho por trás, colocava no mercado o Super Nintendo – o video game das crianças felizes – e seus diversos títulos já consolidados. Parte da estratégia da Sega era colocar o Mega Drive como um console mais cool do que o Super NES, colocando a frente de suas campanhas astros de...

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Eu acho que a Microsoft deveria largar de vez os jogos… E deixar outros fazerem isso por ela

O zumzumzum ainda esta grande em torno das decisões da Microsoft em desenhar seu console como uma central de desenvolvimento ao invés de uma caixa de jogos. Já expus aqui minha opinião sobre essa decisão e, só pra contextualizar, acho uma posição muito feliz da empresa. A visão dela do mercado é excelente. Uma das grandes críticas ao console é que o console esta reservando 1/3 do processamento do console para os SOs, o que caparia o poder gráfico do XBox One, os jogos seriam visualmente piores e teriam menos processamento e blábláblá. Esta muito claro que a Microsoft deixou...

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Porque eu não acho que a apresentação do XBox One não foi esse vexame que andam falando

Ontem o mundo parou para assistir a Conferência onde a Microsoft apresentou finalmente seu novo console. Ao contrário de todas as especulações mas confirmando todas as estatísticas anteriores, ninguém acertou o nome do novo videogame da Microsoft: o XBox One. O console possui especificações bem próximas do PS4 (apesar de detalhes não terem sido confirmados), com 8 GiB de memória RAM do tipo DDR3, processador de oito núcleos, HD de 500 GB, Blu-ray e as conexões de costume (wifi, HDMI e USB). Um dos aspectos que chamou a atenção foi o novo Kinect que terá uma câmera de 1080p e fará...