Salvando o mundo depois do trabalho Blog

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Teoria The Last of Us Part Two: Ellie vai garantir que o título seja realizado

Desde a época de Lost comecei a tomar certo gosto por teorias criadas por fãs das mais diversas séries e jogos, sobre os mais diversos temas. Acompanhar as dezenas de fóruns e milhares de discussões sobre as resoluções de Lost, por exemplo, foi uma das melhores experiências que tive desde que comecei a me importar com enredo e história em todas as vertentes de entretenimento que gosto. No universo videogamístico as teorias surgem com muito mais frequência, principalmente por causa do tempo entre o anúncio da produção de um jogo até o seu efetivo lançamento. Recentemente, dois jogos estão gerando pela internet...

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Quantos breaks são necessários para se completar um jogo?

Eu tenho o hábito de tentar me imergir o máximo possível em qualquer entretenimento que se proponha a contar uma boa história, seja qual for a mídia. Por esse motivo, costumo consumir de uma vez qualquer tipo de conteúdo que me ofereça a história como carro-chefe, seja um filme longo, seja um seriado (binge watching no Netflix é praxe), seja um jogo de videogame. Foi com esse mindset que iniciei Quantum Break, jogo da Remedy exclusivo nos consoles para Xbox One e muito aguardado por toda a comunidade de jogadores, que resolvi finalmente jogar nesse último mês. Apesar de pelo trocadilho do título você já poder imaginar...

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Xbox One modular! Já vi esse filme ou vai ter plot twist?

Tive a sorte de ter tido um pai que sempre foi aficionado por tecnologia. Desde cedo fui apresentado a computadores, programação e interfaces pretas que hoje só são utilizadas por quem utiliza Linux (eu sei). Mais do que isso, meu velho era um apaixonado por videogames e, graças a esse gosto, tive a oportunidade de jogar em quase todas as plataformas dos primórdios videogamístico. Um dos consoles que mais joguei e gostava foi o Mega Drive, onde gastava horas jogando coisas como Moonwalker, World Cup Italia 90′ e Super Volleyball. Nem vou citar Sonic porque é óbvio. Lembro como se...

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O curioso caso do preço dos jogos físicos e digitais

Existe um senso comum no meio do entretenimento de que qualquer conteúdo entregue digitalmente deveria ser infinitamente mais barato do que o entregue por meio físico. Essa opinião se perpetua especialmente na indústria de games onde, já a duas gerações, vem se discutindo a substituição definitiva das caixinhas por distribuição exclusivamente digital. Muitos são os argumentos de que isso não é verdade, já que apesar de cortados os custos com fabricação da mídia, estoque e logística de distribuição, aumentariam os custos de armazenamento de conteúdo online, custos com energia e aquisição de servidores. Porém, como bem sabemos, espaço para armazenamento já virou commodity e...

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Uma singela homenagem ao verdadeiro inspirador dos jogos de navinha

No meio da aviação existe uma rixa conhecida sobre quem seria o primeiro homem a voar numa máquina mais pesada que o ar. Bom, o título na maioria dos países mundo afora é dos Irmãos Wrigth mas todos nós sabemos que o mundo está errado e esse título pertence a Santos Dumont, que voou em 1901 com dirigível ao redor da Torre Eiffel e em 1906 com seu famosíssimo 14-bis. Esse pequeno feito contribuiu, mais tarde, para criar um segmento na indústria que atualmente movimenta milhões de dólares no mundo todo, que inspira milhares de jovens a seguir carreira e, principalmente, leva quem...

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Caminhando e cantando e evoluindo a canção

Durante uma entrevista à rede americana ABC em 2005, o repórter pergunta a seu entrevistado se existia consigo um conflito entre ser um homem negócios bem sucedido e um arquiteto de software. Sua resposta não poderia traduzir melhor a filosofia de sua companhia: The way to be successful in the software world is to come up with breakthrough software, and so whether it’s Microsoft Office or Windows, its pushing that forward. New ideas, surprising the marketplace, so good engineering and good business are one in the same. Numa tradução livre, Bill Gates quis dizer que para sobreviver no mundo de softwares, é preciso...